domingo, 20 de março de 2011


A prisão
Barras de ferro cheiro de abandono assim são as criaturas obrigadas a caminhar. Recolhidos e alimentados pelos restos sobras do que um dia foi felicidade, anônimos sem sobre nomes apenas seres inexistentes somos a falha que pôs o ser humano a destruição.

A loucura bate e entra a fuga é estreita só assim não se senti livramos da burrice de ser emoção pra agir sendo razão, andróides reprogramados para não mais pulsar.

Um chip chamado sociedade onde o vazio de sentimentos impera afinal o fim de tudo existe é simplesmente o ato de preconceituar.

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