sábado, 27 de outubro de 2012



 "Não é nos retalhos do meu drama que irei me desfazer, mas em cima das minhas historias construirei sim, os alicerces para o meu castelo”.


quinta-feira, 11 de outubro de 2012


Eu aprendi a chorar no silêncio da noite, lembranças que mergulham meus pensamentos e soluço em desespero mesmo com tanta dor choro baixinho.



A claridade invade nossa cena e pela janela avisa que vencemos uma vez, pois logo retomaremos a luta pelo sentimento. O fim chegou e no exato momento precisamos da fuga de alma, fomos para outra dimensão em busca um do outro levando toda e completa emoção.

Contigo giramos no mesmo eixo e no adormecer sou completo, pois todos os conflitos são exterminados quando este amor encosta e em mil vidas renascerei para te pertencer.

Amar-te foi acerto que o meu coração fez para não perder o que existia de puro.


Neste momento onde envelheci todos os planos de fuga fico preço olhando a chuva pela vidraça da janela do meu quarto. 

A insatisfação de saber que amanhecerei outra vez sozinho, estou fixado em desenhar teu rosto e rasgo a madrugada em busca da perfeição.
Minhas frações de sono tu dominas e meu corpo transmuta não sou de carne envolto dos ossos sou feixe de luz que atravessa o espaço e no inalcançável aporto meu desconcertante desejo de amor.



”Restaurei um brilho nos olhos, pois deixe o tolo que não havia em mim habita. Gostei de me entregar a outros amores e ciúmes em tragos de cigarros eu vivi”.

Nem precise olhar

                                                 
                                                                   



Talvez eu nem precise olhar em teus olhos para saber o que realmente estas sentindo.
 A vida quando não domada, é como se fosse um pequeno barco em meio ao mar e sua imensidão.

Pequeno, deves sentir pelo simples fato de não compreender o que a quer, porém existem outros portos onde nossos atos atracam com gosto.

 Mais o perigo do naufrágio ronda cheio de ilusão esperando só deslize para afundar-te sem chance de lutar.
Anjos que atravessam o mar salva-vidas que nunca vão descansar
 Até devolver a paz dos seus pensamentos e renovar seus passos diante do objetivo de enaltecer os valores que dita o coração. 

sábado, 21 de julho de 2012


Me sinto um corpo desprendido da alma.
Dores que não desapartaram do corpo, desespero em silêncio.
Um fantasma velando meu sono, vivendo assombrado temendo este ato novamente. Mas o medo permiti rever aquelas cenas repetindo-se freneticamente.

"Um monstro, um monstro de criança que me fez adulto".